quem é gustavo freitas

“Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo” (Mahatma Gandhi).

Quem é Gustavo Freitas?

Se você já tentou se descrever alguma vez, sabe como é uma tarefa difícil, mas vamos lá.

Para essa tarefa vou adaptar minha apresentação no livro “O Círculo de Criação do Infoproduto Perfeito“.

Sou o típico brasileiro, venho de uma família pobre composta pelo Seu Moacyr e pela Dona Maria, que eram mais conhecidos como o Tilim e a Melinha.

Minha infância foi pobre, mas graças a meu pai e minha mãe, eu e minhas irmãs mais velhas não chegamos a passar fome (meu irmão mais novo ainda não tinha nascido).

Sempre me lembro que foi uma época em que não tinha brinquedos comprados, mas sabia fazer pipa e carrinho de lata e até os vendia.

Aprendi com o exemplo de meus pais que não podemos ficar esperando ajuda do governo, precisamos ir atrás e trabalhar muito para não passar dificuldades.

Não fui um aluno brilhante, pelo contrário. No ensino médio fiquei reprovado e precisei correr atrás para “terminar os estudos”.

A verdade é que não tinha motivação alguma em terminar o ensino médio e começar uma faculdade.

Não tinha motivação e nem condições financeiras para isso.

Terminei o ensino médio no final de 1992 e no dia 11 de fevereiro de 1993 (um dia após meu aniversário de 20 anos) minha mãe faleceu, dando início a um período difícil na minha vida. Nesse tempo já estava namorando a Penha Pauli, que depois viria a se tornar minha esposa e mãe da Débora e do Miguel.

Na época fiquei desempregado por quase dois anos, fazendo bicos, vendendo roupas e até mesmo trabalhando de entregador de compras em supermercado e ajudante de pedreiro.

Foi quando comecei a ver uma luz no fim do túnel, ao surgir a notícia de um concurso para o governo do Espírito Santo.

Não tinha nem o dinheiro para fazer a inscrição, mas Deus sempre agiu na minha vida. Nessa época meu pai havia casado novamente e minha madrasta pagou minha inscrição no concurso.

Como estava desempregado e apenas fazendo bicos, comecei a estudar até a madrugada, para passar no concurso. Agora havia motivação. Eu queria me casar, ter minha família e dar uma vida digna para ela.

Consegui passar no concurso na 14ª colocação e fui chamado alguns meses depois. Comecei a trabalhar na área de saúde, com serviços administrativos, em agosto de 1994 e nosso casamento estava marcado para 2 de dezembro de 1994.

Poucos dias antes do casamento ainda não tinha recebido um único pagamento do Estado, mas tudo deu certo e nos casamos no civil no dia 2 e na igreja no dia 3 de dezembro. Eu com 21 anos e a Penha com 19. E assim começou nossa história.

Aqui em casa nos acostumamos a falar que, se for fácil, não é para nós!

Agora estava tudo bem, ganhava em torno de sete salários mínimos (nunca tinha ganhado mais que um salário mínimo por mês) e tínhamos uma vida pela frente juntos.

Em 1997 nasceu a Débora e, em 2002, o Miguel.

O salário do Estado já não é tão atrativo como antes. Vários anos sem aumento de acordo com a inflação me levaram a ir de sete salários mínimos para menos de dois.

Penha estava trabalhando em dois empregos e eu fazia serviços fora do horário de trabalho como eletricista.

No trabalho, mesmo sendo funcionário público concursado passava por vários problemas, além do salário baixo.

Não tinha faculdade e isso me fazia ser jogado de setor para setor e, por motivos que não entendo até hoje, comecei a ser perseguido pelo diretor do hospital.

Ele me trocava de setor com frequência, mas eu sempre aprendia o trabalho com muita facilidade, principalmente se tivesse computador envolvido.

Certa vez ele me disse, a portas fechadas, que eu não tinha condições nem mesmo de limpar o chão do hospital. Isso me fez refletir muito e cheguei à conclusão de que precisava me qualificar.

Na época o que ganhávamos dava para pagar as contas e nada mais. Tinha a opção de fazer um curso técnico de informática ou então um curso superior de tecnologia.

Por conta de o valor de um curso técnico ser muito menor do que o de uma faculdade, pensei seriamente em fazer o curso técnico, mas a Penha Pauli me incentivou a fazer a faculdade e foi o que fiz.

Comecei a fazer a Faculdade de Sistemas de Informação em 2006, quando tinha 33 anos. Com minha esposa trabalhando em dois empregos e com duas crianças pequenas (8 e 3 anos).

Eu só sabia se poderia ir para a aula depois que chegava em casa do trabalho, pois dependia de favor, não podia pagar uma pessoa para ficar com elas à noite.

Mesmo com toda essa dificuldade, resolvi criar um blog em fevereiro de 2008, após ler o livro Wikinomics: Como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio.

A leitura do livro tinha o objetivo de encontrar um tema para o TCC, mas o que encontrei foi uma nova maneira de olhar o mundo ao meu redor, o que me colocou o desejo imenso de compartilhar meu conhecimento com outras pessoas.

Nem imaginava que poderia viver através daquele projeto, mas em alguns meses já estava pesquisando sobre “como ganhar dinheiro com blog” e, alguns meses depois, já estava sacando meu primeiro pagamento.

Em janeiro de 2009 recebi mais com um blog do que ganhava como funcionário público, o que ligou uma luz de alerta. Eu precisava me dedicar e me qualificar para ser um profissional que recebe pelo seu conhecimento e não um funcionário público que não tinha qualificação.

Nesse ano lembro-me de que falei com um grupo de amigos da faculdade.

“Preciso terminar logo essa faculdade, para me dedicar e ganhar muito dinheiro com meus blogs”.

Em dezembro de 2009 me formei sem ficar em dependência em nenhuma matéria e tirando 9,8 no TTC, que fiz junto com uma colega de turma.

Durante o período da faculdade, por ser mais velho, fiz amizade com vários professores.

Alguns deles começaram a colocar na minha cabeça que poderia ser um professor e, duas semanas após me formar, comecei a pós-graduação de Planejamento Educacional e Docência do Ensino Superior.

No primeiro semestre de 2011 resolvi pedir demissão do meu cargo de funcionário público e me dedicar 100% aos meus negócios online. Na época 95% dos meus ganhos eram provenientes de blogs de nicho com Google Adsense, pois ainda não se falava em infoprodutos no Brasil, como é hoje.

Algumas semanas depois fui chamado para assumir uma cadeira de professor universitário, à noite, na Faculdade Pitágoras (onde me formei) trabalhando com cursos de Engenharia e Sistemas de Informação. Um sonho realizado.

Trabalhava durante o dia no meu Home Office e a noite estava na faculdade. Essa época me marcou, pois até hoje muitas pessoas no marketing me tratam por “professor” ou “mestre”.

Em 2010 lancei meu primeiro e-book gratuito sobre dicas para ganhar dinheiro com o Google Adsense. Hoje já são 15 e-books gratuitos lançados na minha área de atuação.

→ Confira meus e-books gratuitos aqui

Em 2012 começou a onda dos infoprodutos aqui no Brasil e lancei meu primeiro infoproduto, um e-book pago em parceria.

Ainda em 2012 comecei a escrever um e-book sozinho. Esse e-book era um curso prático de criação de blogs de nicho e como gerar renda com ele. Tinha +400 páginas.

Esse treinamento me trouxe visibilidade no mercado e, por conta disso, meses depois ele teve uma segunda edição publicada.

Em 2013 lancei meu primeiro curso em vídeo onde ensinava a criar uma estrutura para e-mail marketing e como fazer vendas através do funil de vendas.

Então comecei a pensar num curso maior, voltado para iniciantes, que ensinasse os três pilares em que meu negócio online estava baseado na época, que eram: Blog, E-mail marketing e criação de infoprodutos.

Assim surgiu, em 2014, o Método Start que, gosto sempre de dizer, era três cursos em um.

Lá se vão alguns anos, mais de 100 blogs de nicho criados com mais de 7 mil artigos publicados, mais de 30 cursos online lançados, com mais de 10 mil alunos inscritos.

Em 2016 tive a felicidade de palestrar, pela primeira vez, no maior evento de marketing digital da América Latina, o Afiliados Brasil. Voltei a palestrar em 2017 e 2018.

Workshop Vá para o Próximo Nível

Sempre busco fazer algo diferente, mas com foco em realmente ajudar as pessoas a ter resultados. Por isso me considero, até hoje, professor. Eu quero o melhor para meus alunos e sempre me alegro quando eles me superam.

Veio então a vontade de criar um evento presencial, de voltar a sala de aula, por assim dizer. Assim surgiu não um evento presencial de palestras, mas sim um workshop, onde os participantes não iam ficar sentados apenas ouvindo, mas teriam que fazer atividades e colocar a mão na massa para fazer acontecer nos seus negócios online.

O Workshop Vá para o Próximo Nível teve sua primeira edição em São Paulo em setembro de 2016. Foram +100 participantes e a certeza de que foi feito um trabalho diferenciado.

A 2ª edição aconteceu em março de 2017 em Belo Horizonte e a 3ª edição em dezembro de 2017 em São Paulo. E a quarta edição aconteceu nos dias 23 e 24 de maio de 2019, em São Paulo.

Imersão Método CLI

Após o sucesso do Workshop Vá para o Próximo Nível resolvi fazer uma imersão. Foi alugada uma casa em São Paulo, em outubro de 2018 e ficamos imersos na casa por três dias.

Assim pude ajudar os 15 participantes a aprender a criar e lançar um infoproduto com sucesso.

Foi outra experiência fantástica para mim, como professor, e para os alunos.

Depois de tudo o que passei para chegar a esse nível de realização, posso lhe dizer o seguinte:

Se a vida lhe der limões, você pode fazer uma limonada. Ou você pode vender os limões para comprar o que você realmente quer. Você não é obrigado a aceitar o que a vida lhe dá.

Eu não aceito o que a vida me dá. Eu vou atrás do que eu quero e, graças a Deus, tenho conseguido, até aqui.

Então não adianta dar desculpas por aqui. Você é o protagonista da sua história, então faça a diferença na vida das pessoas que precisam do seu conhecimento.

Se quiser conhecer mais sobre meus treinamentos e eventos presenciais, acesse o link abaixo.

→ Conheça meus treinamentos aqui 

Alguns links interessantes

Segue alguns links interessantes para que posso conhecer ainda mais sobre mim e meu trabalho.

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